segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Chegou de mansinho...
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domingo, 24 de fevereiro de 2008
Fui dar uma volta...
Regressei ao cantinho onde parece que me sinto bem, mesmo quando ando em paz. Se calhar se colocasse umas flores, se abrisse as janelas para arejar e colocasse uma música agradável, talvez ainda ficasse com melhor aspecto. Vou tentar...
Agora vem a curiosidade de saber como e onde estão aqueles que me visitavam. Será que ainda moram nos mesmos lugares, será que continuam fiéis ao seu ambiente ou já remodelaram o espaço? Vou lá espreitar, ver se ainda se lembram de mim e dizer um olá. Enquanto isso deixo uma música que me tem apetecido e que ao ouvir dá aquele sorriso bom, de orelha a orelha.
Desejo as minhas boas vindas ao Pontos, para mais (quem sabe) uma temporada de pensamentos que me saem pela boca na forma de palavra.
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domingo, 2 de dezembro de 2007
Desejos...
Sou tão de apetites! Sendo assim aqui está o que me apeteceu agora mesmo... Doce amargura!
Once my lover, now my friend.
What a cruel thing to pretend.
What a cunning way to condescend.
Once my lover, now my friend.
Oh, you creep up like the clouds.
And you set my soul to ease.
Then you let your love abound.
And you bring me to my knees.
Oh, its evil,babe,the way you let your grace enrapture me.
When, well, you know, Id be insane -
To ever let that dirty game recapture me.
You made me a shadowboxer, baby.
I wanna be ready for what you do.
I been swinging all around me.
cause I dont know when youre gonna make your move.
Oh, your gaze is dangerous.
And you fill your space so sweet.
If I let you get too close,
Youll set your spell on me.
So, darlin, I just wanna say.
Just in case I dont come through.
I was on to every play.
I just wanted you.
But, oh, its so evil, my love,
The way youve no reverence to my concern.
So, Ill be sure to stay wary of you, love,
To save the pain of once my flame and twice my burn.
You made me a shadowboxer, baby.
I wanna be ready for what you do.
I been swinging all around me.
cause I dont know when youre gonna make your move.
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quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Depilação...
Bolas, na verdade não é a dor que me incomoda, a dor vai sendo suportada já é uma questão de hábito, a dor é o que é... Mas só o facto de pensar que tem de ser feita até me dá um frio na barriga. Será que custava muito nascermos já sem os pelinhos? Porquê que eu não fui abençoada com a ausência total dos pelinhos no meu corpo? Bom, entenda-se ausência total todos os pelinhos que não dêem pelo nome de cabelo. Eu acho que faria de tudo só para não ter de me sujeitar a esta prática que ainda por cima tem de ser vista como uma rotina.
Sabem porquê que a depilação vai ganhando esta luta comigo? A depilação ganha sempre porque eu posso bufar, resmungar, ficar de beiço, fazer chantagem emocional que mesmo assim eu arranjo-me, marco hora e lá vou eu fazer a depilação. E isto tudo só por uma razão; simplesmente porque se há coisa que eu odeio mais que a própria depilação são os pêlos.
O resultado é bem animador, faz-nos até esquecer a birra. É como ter um filho, não me referindo à dor naturalmente, eu explico... Quando se está para ter um filho, na hora do sacrifício só se pensa; MAS PORQUÊ QUE EU NÃO TOMEI A PÍLULA OU NÃO USÁMOS PRESERVATIVO, O QUÊ QUE ME DEU PARA PENSAR EM ALARGAR A FAMÍLIA. NUNCA MAIS...!!! Mas no fim, olhando para o resultado (resultado é o bebé) derretemo-nos e já nem nos lembramos das horas que se passámos a gemer e a contorcer-nos...
Bom, está na minha hora, até logo...
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terça-feira, 20 de novembro de 2007
Hoje...
Se um dia me aproximar de ti
Não penses que é só um flirt
Não julgues que é um filme
Que já viste em qualquer parte

Pensa bem antes de agires
Evita ser imprudente
Faz a carta do meu signo
E vê à lupa o ascendente

Tem cuidado e tira a teima
Vê aquilo que sou
Tem cuidado e tira a teima
Que sou

Tu não sonhas ao que venho
Não sabes do que sou capaz
Eu dou tudo quanto tenho
Não funciono a meio gás

Vem sentar-te à minha frente
E diz-me o que vês em mim
Não respondas já a quente
Pondera antes de dizer sim

Tem cuidado e tira a teima
Porque aquilo que sou fere, rasga e queima
Tem cuidado e tira a teima
Porque aquilo que sou fere, rasga e queima

Diz-me diz-me se vês o granito
Onde a cidade, os grandes temas
Diz-me se vês o amor infinito
Ou somente um par de algemas

Tem cuidado e tira a teima
Porque aquilo que sou fere, rasga e queima
Tem cuidado e tira a teima
Porque aquilo que sou fere, rasga e queima

Tem cuidado e tira a teima
Vê aquilo que sou
Tem cuidado e tira a teima
Vê aquilo que sou

CUIDADO porque hoje estou assim, perseguida pela perversão, depravação, imoralidade... Pensa bem antes de agir porque acontece-me com alguma frequência!
...
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segunda-feira, 29 de outubro de 2007
A mente...
Seja ela muita ou pouca, bem ou mal aproveitada, tenho para mim que a dita inspiração volta. Não que a tenha como certa, longe disso mas independentemente do tempo sempre regressou... Umas vezes visita-me por largas temporadas outras vezes vem tão de repente como um vulto e vai tão rapidamente como chegou.
Sim, eu sou daquelas que escreve num cantinho de um guardanapo quando apetece, sou das que guarda um pensamento na palma da mão para o levar comigo quase exactamente da forma como ele surgiu na minha cabeça... Depois é guardado e dependendo da sua importância assim o sítio onde vai ficar fechado. Não volto a procurá-lo, nunca se deve reler as ideias que surgem como nuvens. Se o fizesse passaria a ser um pensamento estranho e desajustado. Passaria a soar a eco na boca, criaria um desconforto aos olhos, enfim...
Vem, martela na mente durante algum tempo até lhe prestar atenção. Depois de escrito fica-me a sensação de ter resolvido a equação, de ter descoberto a incógnita. Vai comigo como se de um tesouro se tratasse até a uma caixinha, a um envelope ou mesmo até uma gaveta, sem nunca ser passado a limpo... Da mente para o papel já há que considerar um erro significativo por isso, evito correr o risco de o distorcer por completo tendo de o rasgar e deitar fora.
Fecho e alivia-me a mente por tempo indeterminado. Será assim para sempre, até ao dia em que todos eles serão rasgados, apagados, queimados e esquecidos. Não é um legado, não passa de pais para filhos, nada disso. Estão ali não para ser lidos por mim muito menos por terceiros mas para me fazerem acreditar a mim que tive uma história, que por mais alegre que seja ou mais triste que possa sentir-me, há uma história que me pertence! Provo a mim mesma em momentos de dúvida que não foi ilusão, que não reinventei um passado...
No fim, no meu fim, aí sim aqueles rabiscos já não terão razão de ser. Não sei bem ainda como o fazer, com o tempo vou pensando na forma de resolver a questão. Sei unicamente que será só meu, que não quero nem permitirei que alguém os viole em nome de uma curiosidade, ou até mesmo em nome de um laço que me una a esse alguém. É meu, só meu, de dentro de mim. É tudo o que acontece em mim e que só a mim pertence, só eu entenderei...
De vez em quando vou despejando aqui não os tesouros dos papelinhos, mas a mente de uma mulher tão natural como qualquer outra. Conversas, pensamentos, banalidades de uma mulher que tem tanto para dizer como qualquer outra mulher. Coisas que surgem na sequência de um sorriso ou de uma lágrima, tão somente como conversas de café com aqueles que me são próximos... Os meus tesouros, esses continuam nas gavetas e nas caixinhas. Para eles virem ao meu encontro não preciso da inspiração que teima em entrar e sair, que insiste em bailar no chão da minha mente...
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quinta-feira, 11 de outubro de 2007
GRRRRrrrr...



Hey, ao menos eu não chamo nomes tão feios, chiça, controlem-se...
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quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Não basta...
Agora és como algodão doce, coloco-te na boca, pareces-me açucarado mas depois desapareces num ápice, sem deixar nenhum rasto pela minha língua. Não é má vontade, tu sabes que não se trata de não querer mergulhar, simplesmente vejo que não te esforças nos argumentos. Lembro-me dos cenários que montavas para mim, lembro-me das estátuas de gesso que esculpias para figurantes, lembro-me dos lugares que me mostravas, tinham cheiro, tinham cor... Havia um erro ou outro, percebo algumas falhas mas aliado à minha grande vontade em viver aquele mundo, na altura passaram despercebidas.
Hoje não, hoje usas um papel rasca para me mostrares uns esquissos feitos à pressa entre um compromisso e outro. Rabiscos que já não bastam para mim. Observo-os contigo, parecem-me interessantes mas depois fico ali sozinha, deixo-te sair e estudo-os ao pormenor. Porque será que se desfazem nas mãos? Porque não passas aqueles desenhos a limpo, porque não reforças teorias, porque não insistes neles como insistes em usar essa máscara? Ilude-me, fá-lo como antes mas ao menos fá-lo com inteligência, com mestria... Não vale a pensa, já não resulta!
Ou então é tudo fruto da minha imaginação, tudo responsabilidade dessa máscara que usas estrategicamente para brincares comigo e deixares-me assim, a pensar...
Dá-te gozo, mas sabes? Não basta, só me deixas a pensar...
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quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Coca-cola...
Então eu, que tinha o hábito de decorrar spots publicitários...
Dançar
Sentir a emoção de uma coca-cola
Sensação de viver
Vou dançar até o dia acabar
Sentir a música que paira no ar
Sentir o ritmo que me faz vibrar
Não posso deixar de partilhar esta emoção a valer
Coca-cola, sensação de viver
Não posso esconder a imensa alegria que eu sei que vou ter
contigo coca-cola é que é
Cantar
Dançar
Sentir a emoção de uma coca-cola
Coca-cola, sensação de viver...
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terça-feira, 2 de outubro de 2007
Beijo de chocolate...

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domingo, 30 de setembro de 2007
Pacto...
Hoje olhei pela janela e vi o quando ele chorou e hoje nem ele nem eu estivemos com criticas ou comentários menos agradáveis. Demos tréguas. Andamos os dois um pouco desiludidos, não foi isto que combinámos, não era isto que imaginávamos. Mas o verdadeiro problema foi a nossa falta de tolerância, acabámos por descontar a desilusão e a raiva um no outro, culpámo-nos mutuamente por falharmos.
Há uns anos fizemos o nosso pacto, e a minha inconformidade é que eu o escolhi a ele, podendo ter escolhido o lado mais fácil. Escolhi fazer um pacto com deus na esperança de ser poupada de certas dores, de certos sentimentos, de certas mentes. Parecia-me claro, entendi as minhas obrigações, entendi as dificuldades que iria ter de atravessar mas achei que de certas mentes sombrias eu ia ser poupada. E depois deste tempo vejo as letras pequeninas no final do contracto para as quais achei não ser preciso prestar atenção. De que me vale um pacto com deus se não sou privada do contacto com o diabo? Não me conformo, não consigo perdoar-lhe...
Em contrapartida já ouvi o lado dele. Não admite a minha falta de força perante o primeiro, diz ele, ser o primeiro obstáculo... Não entende como no primeiro momento crítico entre nós os dois, no primeiro percalço na nossa vida, eu o ponho em causa.
Têm havido gritos, acusações, discussões onde nos magoamos mutuamente sem dó nem piedade, mas hoje... Hoje ele chorou! Sentei-me junto à janela sem fazer barulho e olhei-o a derramar as suas lágrimas. Afinal também ele está magoado para além de desiludido, afinal não lhe passou ao lado a minha dor. Afinal não é só raiva, nem ódio de mim. Hoje ele sentou-se junto à janela comigo, colocou-me a mão no ombro e não discutimos...
É só o primeiro obstáculo!
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segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Longe...
O relógio vai parar e não vou perder tempo. Vou separar-te a alma do corpo e vou pesá-la, saber de que é feita, saber do que viveu, saber porque está dentro de ti. Adormece, deixa vir o sono e espera-me até eu te acordar.
Vou sentir o cheiro da tua pele, saber se tens odor a mágoa, saber se cheiras a dor. Vou provar-te o gosto, saber se sabes a falso, saber se és gato por lebre. Vou tirar-te as impressões digitais e saber se encaixam nas minhas, vou revistar as imagens que te ficaram na retina, vou copiar a tua memória e assistir aos teus momentos altos. Vou saber o quanto já fizeste alguém feliz, conhecer o quanto já feriste. Vou calcular a tua nobreza, tirar a limpo o teu carácter, vou desmontar o teu ser e perceber cada pedaço de ti. Quando estiver satisfeita, afasto-me e deixo-te despertar.
Se fores seguro, aproximo-me, ajudo-te a guardares a tua intimidade, sussurro-te ao ouvido que cada segredo estará seguro comigo e preparo-me para adormecer. Aí será a tua hora de veres de que é feita a minha alma.
Até lá aconselho-te a não te aproximares, ainda não acredito sequer que existam almas. Mantém-te longe por favor, longe...
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That I would be good...
That I would be good even if I did nothing
That I would be good even if I got the thumbs down
That I would be good if I got and stayed sick
That I would be good even if I gained ten pounds
That I would be fine even if I went bankrupt
That I would be good if I lost my hair and my youth
That I would be great if I was no longer queen
That I would be grand if I was not all knowing
That I would be loved even when I numb myself
That I would be good even when I am overwhelmed
That I would be loved even when I was fuming
That I would be good even if I was clingy
That I would be good even if I lost sanity
That I would be good whether with or without you
Alanis Morissette
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quinta-feira, 20 de setembro de 2007
De uma vez por todas...
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...
Depois achei-te perigoso e recuei...
Achei estares perdido e fiquei a olhar-te...
Quis procurar aquele fascínio e espreitei...
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quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Colin McRae...
A vida tem maneiras de nos deixar boquiabertos...
Colin MacRae partiu a bordo de um... helicóptero...
O campeão do mundo de ralis (1995) faleceu aos 39 anos, juntamente com o filho, um amigo do filho e outro amigo do próprio piloto.
Colin McRae, o primeiro e mais jovem britânico campeão do mundo de ralis, estava ao comando do seu helicóptero o qual pilotava com alguma frequência. Já a chegar a sua casa despenhou-se sem salvação possível...
O gosto pela velocidade e por quatro rodas estava-lhe no sangue já que o seu pai foi campeão de ralis no Reino Unido e o seu irmão mais novo é piloto profissional.
Passou também pelas 24horas de Le Mans e ainda teve duas participações no rali Lisboa-Dakar. O seu nome intitulou o mais vendido dos videojogos de ralis, onde se espera um novo lançamento para 2008. Ficou por concluir um projecto, a construção de um automóvel a ser testado brevemente...
Deixou assim a sua mulher e sua ex co-piloto Alisson e uma filha de nove anos.
Até sempre!
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domingo, 9 de setembro de 2007
Apaixonei-me...
Não acreditam? Então vejam...
Respeito (muito respeito e cuidado com ele);
Fidelidade (imensa fidelidade porque não o trocaria por nada);
Lealdade (sempre o mais verdadeira possível, genuína nas emoções que resultam da nossa relação a dois);
Admiração (completamente fascinada com o resultado de cada encontro seja a sós ou no meio de uma multidão);
Liberdade (não há espaço a obsessões, resulta tudo de sentimentos muito saudáveis);
Ciúme (q.b., daquele ciúme delicioso que apimenta qualquer tipo de união);
Paixão (vontade incontrolável de reencontros e, redenção de cada vez que o sinto nem que seja ao longe);
Companheirismo (acompanho-o onde for, a qualquer altura sem pestanejar);
Carinho (cuido dele com todo o cuidado e atenção);
Amor (o meu peito enche-se sempre de um sentimento reconfortante, que não consigo explicar)!
Acreditam agora? Senhoras e senhores, apresento-vos Dave Matthews Band...
Cyrus Jones 1810 to 1913
Made his great grandchildren believe
You could live to 103
A hundred and three is forever when you’re just a little kid
So, Cyrus Jones live forever
Gravedigger
When you dig my grave
Could you make it shallow
So that I can feel the rain
Gravedigger
Muriel Stonewall 1903 to 1954
She lost both of her babies in the second great war
Now, you should never have to watch as your only children are lowered in the ground
I mean - never have to bury your own babies
Gravedigger
When you dig my grave
Could you make it shallow
So that I can feel the rain
Gravedigger
Ring around the rosey
Pocket full o'posey
Ashes to ashes
We all fall down
Gravedigger
When you dig my grave
Could you make it shallow
So that I can feel the rain
Oh Gravedigger
Little Mikey Carson '67 to '75
He rode his bike like the devil until the day he died
When he grows up he wants to be Mr. Vertigo on the flying trapeze
Oh, 1940 to 1992
Gravedigger
When you dig my grave
could you make it shallow
So that I can feel the rain
Grave digger
When you dig my grave
Could you make it shallow
So that I can feel the rain
I can feel the rain
I can feel the rain
Gravedigger
When you dig my grave
Could you make it shallow
So that I can feel the rain
Gravedigger
Grave digger
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quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Até Sempre...
Pela sua grande voz e imenso talento, pela sua grandeza de alma, pelo seu empenho na ajuda humanitária e no incentivo dado a tantos artistas para o ajudarem a levar a cabo aquilo em que ele acreditava, o meu bem-haja. Pavarotti uniu esforços com a música para ajudar vítimas de tragédias.
E fazendo minhas as palavras de Franco Zeffirelli(maestro italiano: "Haviam tenores e havia Pavarotti”.
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terça-feira, 4 de setembro de 2007
Paula Rego...
Paula Rego no exercício das suas funções.Naturalmente, Paula Rego enraizou na sua obra muito da arte Britânica mas, garante o Professor Universitário Delfim Sardo, é notória uma simbologia genuinamente Portuguesa na sua pintura. Com várias exposições colectivas e individuais no seu currículo já alcançou diversos prémios. Entre eles podem destacar-se, o prémio Bordalo da Casa da Imprensa de 1997 em Lisboa e o prémio Turner de 1989 em Londres. Aquelas exposições batem records de afluência como foi o caso da última em Portugal no museu de Serralves, no Porto. Em Inglaterra foi considerada um dos quatro melhores pintores vivos do mundo.
"Pinto para dar uma face ao medo".
Com uma personalidade forte, aberta e atenta às questões universais pinta por exemplo, a guerra e o aborto. Pinta o que a rodeia e sensibiliza. Sendo muito crítica e incisiva, não deixa ninguém indiferente ao seu trabalho, por vezes doce e terno outras vezes perturbante e desconcertante.
Para quem ainda não sabe, Paula Rego vai estar a partir do dia 25 de Setembro em Madrid, no Museu Rainha Sofia. Quase duzentos trabalhos, entre pinturas, gravuras e desenhos, vão estar presentes nesta exposição individual. Um trabalho árduo mas com certeza bem interessante, para quem está responsável em localizar as peças mais importantes e convencer os proprietários das mesmas, a emprestá-las a fim da recolha do material mais relevante nesta que será uma exposição retrospectiva do trabalho de Paula Rego.

Germaine Green, 1995
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domingo, 2 de setembro de 2007
Fórmula 1 dos ares...
Foi um belíssimo espectáculo, onde tudo esteve sincronizado para ajudar a um dia em grande. A prova era magnífica, um percurso fabuloso esperando pelos pilotos e isto, veio ao encontro não só da opinião de leigos, como da opinião dos profissionais que também eles elogiaram o trajecto. O céu brilhou de tão limpo, parece que o S. Pedro se uniu ao padroeiro S. João para proporcionar a todos um momento mágico. As margens do Douro fabulosas como sempre, a acrescentar a multidão que inundou aquela magnífica vista. Porto e Gaia brilharam com uma etapa do campeonato do mundo da Red Bull Air Race.
"Vai-se" lá saber porquê mas, tudo que tenha motor encanta-me e os aviões não ficam de parte, obviamente. Foi fascinante assistir tão de perto a um evento como este, com esta envergadura. A organização pareceu-me à altura do entusiasmo de todos os espectadores. Uma pena não ter estado presente no queimódromo, teria sido fabuloso... Ver aqueles aviões que voam a uma velocidade média de 200Km/h, assim de perto! A vontade de entrar num deles para um voo acrobático devia ser difícil de controlar.
Mas, calhou-me a margem do Porto para assistir às acrobacias dos pilotos, onde os ecrãs gigantes ajudaram nas várias perspectivas que poderíamos ter da corrida, onde os comentários nos auxiliavam a entender um pouco da prestação de cada piloto. Muito bonito e emocionante.
Steve Jones surpreendeu toda a gente ao superar os tempos do líder do campeonato, Mike Mangold. Steve Jones conseguiu um tempo de 1:10:00, contra mais 38 centésimos do tempo por parte do rival.
Parabéns aos pilotos que interagiram com o público de uma forma tão simpática, tenho para mim que também eles ficaram rendidos com as nossas 600 mil cabeças. Parabéns à organização que nos proporcionaram um belo espectáculo. Fiquei rendida quando mesmo no final do evento já havia gente a tratar da limpeza das margens que ficaram realmente a precisar de manutenção e, com as pessoas que embora em grande número mostraram civismo e educação na saída do evento.
Portugal esteve em grande, o Porto fez um bom trabalho ao representar-nos a todos. Venha outro...
Final
1. Steve Jones (Matador) - 1:10:0
2. Mike Mangold (Cobra) - a 0,38 segundos
Final de consolação
3. Paul Bonhomme (Matador) - 1:10.11
4. Peter Beseyei (Red Bull) - a 0,64 segundos
Restante classificação
5. Kirby Chambliss (Red Bull)
6. Nicolas Ivanoff (MRT)
7. Nigel Lamb (Breitling)
8. Alejandro Maclean (MRT)
9. Michael Goulian (Dragon Racing)
10. Sergey Rakhmanin (Dragon Racing)
11. Frank Verteegh (Lobo)
12. Hannes Arch (Cobra)
13. Klaus Schrodt (Lobo)
Classificação do campeonato
1. Mike Mangold (Cobra) - 41 pontos
2. Paul Bonhomme (Matador) - 39 pontos
3. Peter Besenyei (Red Bull) - 30 pontos
4. Kirby Chambliss (Red Bull) - 22 pontos
5. Steve Jones (Matador) - 14 pontos
6. Alejandro Maclean (MRT) - 13 pontos
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quarta-feira, 29 de agosto de 2007
A ti...
Tenho tantas saudades tuas, tantas...
Também tu sentes saudades minhas, que eu sei. Saudade de um tempo que já lá vai há muito mas, que não me sai da cabeça. Deixei de ouvir a tua voz há muito tempo, muito tempo antes de partires verdadeiramente mas, por vezes, posso jurar que me chamas do quarto ou da sala.
Lembraste quando víamos televisão no sofá, com a minha cabeça deitada no teu colo? Ah, naquele tempo era tudo tão mais fácil... E os pequenos almoços de manhã cedo na cozinha de azulejos com peixinhos, das torradas com manteiga e café com leite, do sol a entrar com tanta força pelo vitral ao fundo do corredor, do cheiro a pão fresco, do miar do gato... Nunca me vão sair as canções de embalar, quando a sesta tinha de ser cumprida à risca todas as tardes.
E depois desses anos, os papéis que se inverteram, já era eu a preparar-te para descansares de tarde. Perdoa-me se não estive à altura, se podia ter feito bem melhor, perdoa-me... Alimentar-te, cuidar-te, olhar por ti para que estivesses sempre o melhor possível.
Eles dizem que estás num lugar melhor, que agora sim estás a descansar. Mas perdoa-me o meu egoísmo, por te querer aqui connosco...
Tenho recebido todos os presentes que me mandas, todas as lembranças do tempo em que fomos felizes, de todo o tempo que estivemos juntas. Sei que todas essas recordações que me fazem sorrir e derramar lágrimas, são presentes que envias daí, desse "lugar melhor". Não te impressiones com a minha aparente fragilidade. Ultimamente tem sido assim, com algumas lágrimas, mas sabes? Tenho percebido que chorar não é sinal de fraqueza, é limpeza da alma. Continua a visitar-me e a presentear-me.
Mas sabendo tu como eu gosto mais de dar presentes que até receber, quero ser eu desta vez a entregar-te com amor e saudade este "sopro do coração". Uma canção de embalar para quando sentires saudades de todos nós.
Somewhere over the rainbow
Way up high
And the dreams that you dreamed of
Once in a lullaby ii ii iii
Somewhere over the rainbow
Blue birds fly
And the dreams that you dreamed of
Dreams really do come true ooh ooooh
Someday I'll wish upon a star
Wake up where the clouds are far behind me ee ee eeh
Where trouble melts like lemon drops
High above the chimney tops thats where you'll find me oh
Somewhere over the rainbow bluebirds fly
And the dream that you dare to,why, oh why can't I? i iiii
Well I see trees of green and
Red roses too,
I'll watch them bloom for me and you
And I think to myself
What a wonderful world
Well I see skies of blue and I see clouds of white
And the brightness of day
I like the dark and I think to myself
What a wonderful world
The colors of the rainbow so pretty in the sky
Are also on the faces of people passing by
I see friends shaking hands
Saying, "How do you do?"
They're really saying, I...I love you
I hear babies cry and I watch them grow,
They'll learn much more
Than we'll know
And I think to myself
What a wonderful world (w)oohoorld
Someday I'll wish upon a star,
Wake up where the clouds are far behind me
Where trouble melts like lemon drops
High above the chimney top that's where you'll find me
Oh, Somewhere over the rainbow way up high
And the dream that you dare to, why, oh why can't I? I hiii ?
Somewhere Over The Rainbow - Israel Kamakawiwo Ole'
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domingo, 26 de agosto de 2007
Faço-te um sinal...
Não faz mal estar sozinha, não faz mal nenhum. Quero assim, deixa que assim seja, deixa-me aprender a andar com as minhas pernas... Descansa, eu hei-de encontrar o caminho de volta, assim que me apetecer regressar...
Não te preocupes, se eu estiver irreconhecível na chegada, eu faço-te um sinal. Prometo mostrar-te que estou aqui de novo mas, agora volta sozinho para casa. Beija-me a testa para minha protecção e solta a minha mão.
Vou espreitar o que há lá fora, preciso de ver com os meus próprios olhos como é o mundo. Preciso encontrar a minha alma ou então, ver se há alguma que encaixe cá dentro. Não podes continuar a dividi-la comigo. Tens uma alma de pássaro, uma alma eterna que voa para além do tempo mas, tens de concordar que não chega para os dois. Não vês que ela encaixa no teu espírito na perfeição? Só tenho a agradecer-te o quereres tanto que ela também seja minha mas, eu preciso de uma alma nova, que tenha o tamanho certo e o meu nome impresso...
Não chores, vou lembrar sempre das tuas palavras, foste tu que me fizeste acreditar que podia sair por aí sozinha, sem a ajuda de ninguém. Acredita agora que vou ficar bem e que vou voltar curada!
Obrigada pela canção de embalar de cada vez que custava a fechar os olhos durante a noite, obrigada pelo chá quente e doce quando o choro se tornava difícil de conter, obrigada por fechares a porta para o mundo só porque eu estava assustada. Não mereço o que agora me queres dar, não mereço... Ainda não posso recebê-lo, não tenho capacidade... Tu sabes que alguém me roubou o coração há algum tempo e que não posso mais.
Talvez na minha viagem haja uma alma que traga um coração pronto a amar, quem sabe!
Não me procures na rua, não chames por mim ao longe, vive... Vive com essa força que só tu tens. Quando estiveres calmo e eu tiver terminado a minha viagem eu faço-te um sinal.
Não chores querido, olha-me nos olhos e ouve o que te digo: não quero fazer-te mal! Prometo, ouviste? Prometo que te faço um sinal, caso eu esteja irreconhecível...
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Ala dos Namorados - Caçador de Sóis
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quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Smirnoff...
Sempre, desde pequenota, que adoro e tenho uma fixação por publicidade. Na televisão chegava a decorar as falas e até, a sequência dos spots publicitários que apareciam nos intervalos da programação. Agora já não decoro a publicidade mas, continuo grande apreciadora, sou mais crítica e o assunto continua a fascinar-me.
Tanto é, que vos deixo acompanhados de uma série de fotos publicitárias da Smirnoff. Desfrutem!





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terça-feira, 21 de agosto de 2007
Fidel Castro...
Fidel Castro está aí para ficar e não adianta maquinarem estratégias para o "mandar desta para uma melhor" porque a ele, nada pega.
Com 81 anos completados há pouco tempo, Fidel já foi vítima de uma série de planos para o eliminarem, tanto física como politicamente. Foram exactamente 467 planos com intenção de o assassinar, 167 dos quais atentados de facto. Mas ele não se deixou intimidar e a verdade, é que ele continua "intacto".
Já lhe fizeram de tudo e ele desespera de tal forma os "terroristas" com a sua irritante imortalidade, que até já recorrem a métodos... estranhos!
Um dos casos, foi a brilhante ideia de dispersar LDS num estúdio de televisão a fim, dizem, de o enlouquecer temporariamente durante um discurso. Mas não deu resultado, quem enlouquece continuam a ser os que o ouvem.
Outra ideia fabulosa digna de ser assinalada, foi colocarem uma substância radioactiva nos sapatos, para lhe acontecer o quê? Para que lhe caísse a barba...
Bom, que dizer mais? São daquelas coisas...
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segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Respirar...
Aliviou mas o ar continua viciado e eu, com os mesmos pulmões a tentarem restabelecer-se da infecção... São coisas que levam o seu tempo, já dizem eles (os outros). Falta saber se alguma parte desses outros já passou pela mesma patologia. Saio na rua e tento respirar fundo, ainda dói cá dentro, ainda faltam muitas forças mas, já posso sair à rua sem máscara...Sempre me tirou do sério este exercício que nos ensinam a fazer, com a crença de que é para nosso bem. Ensinam-nos a ver o outro lado, o dito lado positivo de tudo. Não sou boa nisso, nunca fui. Esta mesquinhez de arranjar uma maneira de nos convencermos que podia ser pior, é no mínimo irritante. Já me disseram que quem sofre com esta maneira de pensar sou eu, é verdade... Se me irrita, azar o meu. Pura verdade!
Eu só quero poder respirar de novo, só queria poder acreditar e convencer-me que o ar ficou limpo novamente, acreditar que é possível respirar... Temo que o ar nunca deixou nem nunca deixará de estar viciado. Nós é que nos enganamos e então quem sofre, são os pulmões.
Cruel ingenuidade que me fez crer num mundo onde o oxigénio chegava para todos, num mundo onde não fosse preciso tirar a parte de quem está do lado, só em nome dos nossos interesses. Doce estupidez que me fez acreditar que estava junto da dignidade, da justiça, do carácter...
Fui crente e isso, faz de mim idiota, eu sei!
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sexta-feira, 17 de agosto de 2007
Eu e eles...
É de tal forma que, até só de sapatos, uma mulher fica linda!

Sou completamente apaixonada por sapatos, apaixonada!
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quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Máquina do tempo...
Hoje viajei aos anos 70 e apeteceu-me...
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Marvin Gaye - Lets Get It On
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segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Sorriso Colgate falsificado...
Constou-se que todas as pastas dos dentes fabricadas na África do Sul, estariam contaminadas com uma substância tóxica e, a ASAE, não se fez de rogada e toca a mandar retirar do mercado cada embalagem que fosse made in South Africa. Cada lojinha dos chineses, daquelas que nos invadiram nos últimos anos, entre outras lojas do género, foi confiscada e foi feita a operação de "limpeza e branqueamento" necessária.
A Colgate-Palmolive não foi responsabilizada, reconhece que há fabrico do produto na África do Sul mas, garantem não exportar de lá para a Europa. Será que o Berardo tem alguma coisa a ver com isto? Ele agora aparece em todo o lado e vindo da África do Sul, nunca se sabe.
Pois bem, adiante, a Colgate-Palmolive não foi responsabilizada mas que até andou de lado com as repercussões que a polémica poderia causar, lá isso andou.
Fui eu às compras muito sossegadinha e sem sequer pensar no assunto, dirijo-me às pastas dentífricas e sou logo abordada por uma menina simpática, que se disponibilizou a dar-me um talão de desconto não sei de quanto (desculpem-me a falta de atenção, imperdoável eu sei). A verdade é que quem estava a acompanhar-me não resistiu a uma provocação e perguntou-lhe se a colgate se tinha assustado tanto assim com o "escândalo". O sorriso da menina manteve-se e o desconforto foi notório mas não tardou a negar. "Não, não tem nada a ver. Isso são águas passadas, não nos preocupamos nada com isso".
Muito bem, estava explicado, pegámos no produto em questão mas antes de irmos embora ela puxou de cartãozinho. "Se tiver alguma dúvida, alguma questão a colocar, se por acaso tiver com algum receio, não deixe de nos contactar. Temos todo o gosto de os esclarecer, têm aí os números de telefone grátis para os quais podem ligar e ainda o nosso site que podem consultar."
E assim foi, pegámos no cartão, olhámos um para o outro e... "Pois, parece que se assustaram mesmo!"
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sábado, 11 de agosto de 2007
Hoje...
Vim aqui por acaso, hoje o dia foi cheio e fez com que os meus ficassem "pendurados". Perdoem-me mas, o cansaço venceu-me...
A chegada a casa fez-se com alguma ansiedade, o desejo de uma banho relaxante já se fazia sentir de uma forma intensa. Cair na cama depois de me descalçar, foi um privilégio. A minha música veio ao meu encontro e finalmente estava na melhor das companhias (não desfazendo).
Despi a roupa enquanto deixava a água a correr, é bom ouvir a água cair. Finalmente estava a mimar-me, finalmente estava bem pertinho do paraíso. A água beija-me a pele, massaja-me o corpo, afaga-me a alma... Não queria sair dali e só quando a hora já ia longa, foi que me permiti ir embora.
Estou a aprender a fazer tudo sozinha de novo, como uma criança que nasce para o mundo e estes, são aqueles momentos meus, comigo mesma, que nem eu sabia poderem ser tão bons... Está na hora de cair na cama e dormir o sono dos justo, está na hora da minha almofada com cheiro de champô me embalar a noite. Hoje é assim, para mim, dedicado a mim, exclusivamente para meu bem...
Vim aqui por acaso mas, não quis ir sem partilhar este momento mágico. Mais um daqueles que nem talvez vocês ainda tenham dado o devido valor, como eu até há bem pouco tempo. Desfrutem os vossos momentos e fiquem com a minha música de hoje...
Amos Lee - Colors.
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quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Daquelas perguntas...

Porquê que a masturbação é sempre vista como uma alternativa, uma compensação ou mesmo uma insatisfação e, custa tanto admitir que pode apenas ser um complemento saudável e natural, à vida sexual com o(a) próprio parceiro(a)?
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segunda-feira, 6 de agosto de 2007
Hey Stranger...
Passaste aqui depois de todas estas horas de trabalho e de uma reunião que dizes tu, ter sido infindável. A avaliar pelas horas, imagino como foi estafante... A tua presença faz milagres! Eu sei que se te digo estas coisas tu acreditas, não há ninguém que saiba o quanto vale, tanto quanto tu. O teu ego pesa toneladas e o fascinante é o charme que isso representa. Consegues mostrar o quanto gostas de ti com uma humildade incrível, parece contraditório mas, acho que é isso que te faz tão atraente aos olhos dos outros.
Tens uma presença tão estimulante, és alegre mesmo sem sorrir, és bem disposto, és luminoso, és confortável... Já te disse uma vez mas, ficaste a pensar com algumas dúvidas se seria elogio ou não mas acredita, é verdade e foi intenção ser dos melhores elogios feitos a alguém. És realmente como um sofá confortável, daquelas chaise long que agora se voltaram a usar e que apetece ficar deitado nelas toda a noite e não ir para a cama. Bom, perdoa-me se até a minha capacidade elogiosa está pela hora da morte mas, juro que vou esforçar-me mais para a próxima.
No final, arrancas-me sempre um sorriso mesmo que já tenham caído algumas lágrimas. Ainda estou para perceber como o fazes, sabes o que me faz lembrar? Aqueles ilusionistas que fazem aparecer uma moeda atrás da orelha de uma criança... É isso, tu és o meu melhor ilusionista que consegue ir buscar-me um sorriso atrás da orelha. Não sei de onde ele vem mas, que tu o desencantas, isso é indiscutível.
Sabes, stranger? Há uma coisa que só agora estou a dar valor e só agora reparo nela tanto quanto devia. Que seria de nós sem os verdadeiros amigos, sem os amigos mesmo. Não falo da nossa família que esses, à partida são amigos incondicionais, nem dos namorados ou namoradas que supomos serem os nossos melhores amigos, nada disso... Falo daquelas pessoas que estão perto de nós "apenas" por um laço, o da amizade. Daqueles que não têm mais nenhum motivo para nos acompanharem. Porque um pai, uma mãe, um irmão ou namorado tem de estar lá, é a função deles amarem-nos acima de tudo. Mas um amigo, aquela pessoa que está do lado simplesmente por sermos nós, esses, devemos preservá-los e amá-los porque na hora H, só eles serão as nossas chaise long... Entendes agora? 
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sexta-feira, 3 de agosto de 2007
Just do it...
Fica aqui a minha homenagem a Lance Armstrong e a minha admiração pela Nike...
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quarta-feira, 1 de agosto de 2007
(Sem título)...
As notícias correram, para bem da loja que vai tendo a publicidade esperada mas, não é que dou por mim a ficar completamente incrédula com a notícia?
Ouvi dizer a dada altura, que a loja incluiria várias acções de promoção e prémios aos clientes da primeira semana de funcionamento, num investimento de um milhão de euros e mais, os 100 primeiros clientes teriam outras regalias.
Que acampassem à frente do estabelecimento eu já esperava, que até passassem uma noitada e fizessem do momento um encontro de amigos eu também não duvidava. Agora, desculpem-me o meu snobismo mas, por 100 euros abanca-se desconfortavelmente na rua, ainda para mais tendo de dar um objecto antigo em troca?
Por favor meus amigos, há que controlar a tendência que nós Portugueses temos de cegar, cada vez que ouvimos as palavras prémio, pechincha e grátis... Há limites para tudo. Que até um casal de namorados se lembre da aventura, ou mesmo um grupo de amigos resolva aparecer na tv, eu entendo mas, senhoras e senhores com idade para ter juízo, fazerem uma directa no meio da rua, porque os filhos vão para a faculdade ou porque estão a mudar de casa, por favor!!! Mas de que lhes servem os 100 euros? Compensa o sacrifício? Ainda acabam em prejuízo, porque vão dar o candeeiro antigo pertencente à avozinha do marido ou coisa parecida, que pode valer uns duzentos euros pela antiguidade e não sabem.
Faço um apelo, deixem-se disso e vão para casa...
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terça-feira, 31 de julho de 2007
Demasiado fácil...
...An ounce of peace is all I want for you, will you never call again?
And will you never say that you loved me just to put it in my face
And will you never try to reach me, it is I that wanted space...
...hate me today.
Hate me tomorrow.
Hate me for all the things i didn't do for you.
Hate me in ways, yeah ways hard to swallow.
Hate me so you can finally see what's good for you...
...In a sick way I want to thank you for holding my head up late at night
While I was busy waging wars on myself, you were trying to stop the fight...
...you made me compliment myself when it was way too hard to take
So I'll drive so fucking far away that I'll never cross your mind
And do whatever it takes in your heart to leave me behind...
...and with a sad heart I say bye to you and wave
Kicking shadows on the street for every mistake that I have made
And like a baby boy I never was a man
Until I saw your blue eyes cry and I held your face in my hand
And then I fell down yelling "Make it go away!"
Just make her smile come back and shine just like it used to be
And then she whispered "How can you do this to me?...
Hate me tomorrow.
Hate me for all the things i didn't do for you.
Hate me in ways, yeah ways hard to swallow.
Hate me so you can finally see what's good for you
Muito fácil, todo o discurso estudado e despejado na hora de fazer de conta que se olha nos olhos da outra pessoa. O baixar da cabeça e esperar que seja cumprido o dever ao qual não se conseguiu fugir. O abanar da cabeça em seguimento das acusações esperando que a "pior parte" acabe de uma vez. O livrar-se das culpas com algumas lágrimas de crocodilo, o convencer-se que nada podia ter sido diferente, o fechar os olhos à dor em carne viva bem na frente do rosto, o passar a mão pela cabeça que mais parecem facas a deslizarem pelas costas. Muito fácil tal representação mas ainda assim, digna de aplausos...
Odiar? Não, seria demasiado fácil!
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segunda-feira, 30 de julho de 2007
Segunda...
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sexta-feira, 27 de julho de 2007
O meu mundo...
Sim, é assustador mas há coisas que se vão mantendo, o que é bom. A voz dos que mais amo continua a soar da mesma forma, a diferença é que faço por memorizar o timbre de cada uma delas quando pronunciam o meu nome. O sorriso deles continua imenso mas, a partir de agora retribuo com a mesma força. Os gestos, eles garantem que sempre foram assim mas, têm outro sabor, agora consigo degustá-los...
Quero voltar a entender o meu mundo, a dar-lhe um nome, uma rota, um percurso. Quero defini-lo, personalizá-lo para quando olhar de longe poder dizer; é aquele azulinho ou cor-de-rosa (ainda não decidi), esse é o meu. Para já estou a apresentar-me a ele e deixar que ele se apresente, quando chegar a hora tratamos do resto. Não importa se ele vai ter movimento de translação, se de rotação ou até os dois, não importa tão pouco se vai crescer, se vai ter uma lua ou um sol como tantos outros.
O importante é eu ter acordado da pancada e ter descoberto que ainda possuo um mundinho, que só aguarda pelas minhas ordens.
Com alguma paciência e imaginação, chegaremos lá...
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quinta-feira, 26 de julho de 2007
É tão difícil...
Pronto, é verdade que não o vi assim tantas vezes nos pulsos de outras mulheres, nas montras só nas que têm relógios Calvin Klein e nem em todas, na televisão, vendo bem, não me parece. Outdoors? Hummm, eu nem reparo em outdoors.
Seja como for ele não me sai da cabeça. Eu sei, eu sei, há que haver controlo, mas tenho a sensação que ele me persegue...
Até já fui ao encontro dele, coloquei-o para me convencer que é mais fogo de vista que outra coisa. Procurei um defeito, tinha a certeza que ia encontrar um, quanto mais não fosse ia ser desconfortável usá-lo. Mas não... Eu tenho o pulso perfeito para ele, ficou fabuloso, tenho a sensação que custou até para tirá-lo de mim...
Mas porque será que tenho esta necessidade tão desprezível, tão básica, tão fútil e tão... Não adianta, nem insultando a mim mesma lá vai! Oh sina...
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quarta-feira, 25 de julho de 2007
Regresso ao passado...
Deixo-vos com um vídeo e uma música da minha infância. As cores não são assim tão nítidas nem tão garridas como pareciam na altura (culpa do Shrek e do Nemo). A música não tem assim tanta qualidade como pensávamos mas, não se esquece os olhos vidrados no ecrã quando suas majestades os sapos apareciam, e os ouvidos apurados de fazer arrepiar quando o peixinho cantava.
Bons tempos aqueles...
Win or lose, sink or swim
One thing is certain well never give in
Side by side, hand in hand
We all stand together
Play the game, fight the fight
But whats the point on a beautiful night?
Arm in arm, hand in hand
We all stand together
La
Keeping us warm in the night
La la la la
Walk in the night
Youll get it right
Repeat
Win or lose, sink or swim
One thing is certain well never give in
Side by side, hand in hand
We all stand together
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terça-feira, 24 de julho de 2007
O Estranho...
Saímos do mesmo edifício e ficámos à porta para ver quem passaria primeiro, eu claro, não contestei é assim que tem de ser. Caminhámos meios desconcertados porque não havia meio de um de nós se desviar do mesmo percurso e, acabámos no carro de cada um que estava no mesmo lance de estacionamento, separados apenas por três ou quatro outros carros. Talvez por estarmos a uma distância maior, olhámo-nos sem disfarçar.
Sabíamos que só mais à frente, cada um iria à sua vida. Até lá eu segui atrás, fiz por isso e ele percebeu, quase de certeza que percebeu. (Que pensaria ele?)
Ia alegre, pelo menos parecia cantarolar uma música qualquer e eu, tentava encontrar a emissora de rádio que ele poderia estar a ouvir. De certeza que era um C.D.... (Que tipo de música ouvirá?)
Cada um de nós se protegia através dos óculos de sol mas, estávamos de olho pelos espelhos retrovisores. Ele tanto acelerava de repente, como de um momento para o outro abrandava sem razão. Fui sempre atrás, pacientemente, fazendo de conta que não entendia a provocação.
Só muito mais à frente percebemos que íamos para a mesma zona e por alguns momentos disfarçamos e quisemos esquecer a presença do outro. Chegados aos semáforos com duas vias, ele escolheu a dele e eu a minha, poderia continuar atrás dele mas, o momento ia perder a graça.
Continuei o meu caminho, a pensar nas coincidências e nas coisas simples que devem acontecer todos os dias. Quero alimentar esta fase, quero continuar a reparar nas coisas pequenas, nas coisas simples, descobri que me fazem bem. (Iria para casa? Não, é cedo, de certeza que não...) Seguia eu, com a minha música a acompanhar-me. Tão bem que sabe... Ando especialmente atenta à trivialidade do dia-a-dia. Reparo mais nas pessoas, reparo mais nas relações, nos gestos. Dou importância à rotina de todos os dias e sinto-me viva por também ter uma, só minha.
Inesperadamente, na última rotunda da estrada que faço até casa, sou surpreendida com o carro do estranho que me acompanhou até há bem pouco tempo. Os nossos percursos cruzaram-se de novo e eu tive direito a um sorriso descarado e a um acenar de mão.
Estranhas coincidências com um estranho...
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sábado, 21 de julho de 2007
Coreia do Sul, claro...
Pai, esta é para ti, agora não precisas de temer mais que o telemóvel te caia na sanita. É verdade, ele pode mergulhar numa piscina, pode ficar totalmente submerso que não vai perder qualidades. Tem também incorporada uma câmara de 1,3 megapixéis para registar as habilidades de sereia de cada um de nós. Poder-se-á enviar sms mas falar, confesso que estou com algumas dúvidas de como fazê-lo mas, deve ser a minha limitação mental que não me deixar ver mais além. Enfim...
Mas o mais insólito no meio de tudo isto, é um programa que ensinará ao utilizador técnicas de massagem, as quais podem ser usufruídas durante um relaxante banho. Pois é, tenho para mim que ele deve vibrar. Preocupante, parece-me mesmo o mercado financeiro das sex shops, com a redução significativa de venda de vibradores. Sim, porque visibilidade de excêntricos é connosco e, não vão ser poucos os que vão querer comprar um vibrador por 500 euros (que se lixe o telemóvel)...
Visto isto, daqui a uns tempos a notícia não será um telemóvel à prova de água mas sim, um vibrador que envia sms e tira fotos.
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quinta-feira, 19 de julho de 2007
Hoje...
Hoje não! Dêem-me espaço para chafurdar na lama... Hoje deixem-me deitada no chão do "fundo do poço". Por favor, vamos fazer uma pausa, amanhã retomamos a tal nova vida. Só hoje...
It don't matter, when you turn
Gonna Survive, you live and learn
I've been thinking about you, baby
By the light of dawn,
A midnight blue ... day and night ... I've been missing you.
I've been thinking about you, baby.
Almost makes me crazy,
Come and live with me.
Either way, Win or Lose,
When you're born into trouble,
You live the blues,
I've been thinking about you, baby.
See it almost makes me crazy
Times, Nothing's right, if you ain't here
I'll give all that I have, just to keep you near
I wrote you a letter, I tried to, make it clear
You just don't believe that i'm sincere
I've been thinking about you, baby.
(woohoooo hoooo)
Plans and schemes, hopes and fears
Dreams that deny, for all these years
I, I've been thinking about you, baby
Living with me, wow
I've been thinking about you, baby
Makes me wanna [hoooo, hoooo,hoooo,hoooo]
Yeah, yeah, yeah
Times, Nothing's right, if you ain't here
I'll give all that I have, just to keep you near
I wrote you a letter, darling, tried to make it clear,
But you just don't believe that I'm sincere
I've been thinking about you, baby
I want you to live with me, wow
I've been thinking about you, baby
I want you to live with me
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quarta-feira, 18 de julho de 2007
O meu outro lado...
A minha "neura" tem durado, deixou de ser irritação por ter dormido pouco, deixou de ser má disposição por acordar com uma dor de cabeça sem tamanho, deixou de ser stress por ter tomado um banho em que a água fria me visitava de minuto a minuto, enfim... Estava visto, era uma "neura" daquelas e para o dia todo...
A coisa piorou quando me lembro de ter pensamentos profundos nestes dias em que nem devia levantar-me da cama. Estava eu a tentar encontrar as chaves do carro na minha carteira e apercebo-me, que o processo estava a demorar mais que o normal. E o que me lembrei na hora? Da dificuldade que o outro género, os nossos opostos têm em encontrar seja o que for nas carteiras das senhoras. Aquela incapacidade tão básica (como quase todas as incapacidades) que os homens têm em resgatar algo de dentro de uma mala de mulher.
E este pensamento surgia e eu sem encontrar as chaves. Só podia tê-las perdido!!! Abano a carteira e ouvir, lá isso eu ouvia... O quê que se estava a passar comigo?
E então é que me surge o pensamento do dia mais "inteligente" de toda a espécie humana. Andam por aí uns boatos, alguém que não sei quem, crentes em não sei o quê, que defendem que todos nós somos formados por um lado masculino e outro feminino. O nosso equilíbrio vem exactamente do esforço em manter estes dois géneros dentro de nós, em igualdade. O Yin Yang chinês, o princípio feminino e o masculino, respectivamente...
E meus amigos, se há coisa que hoje eu não mantive, foi o equilíbrio... A minha "neura", a má disposição/mau feitio e a minha dificuldade atroz em encontrar as minhas chaves na minha carteira eram um sinal. Sinal que o meu lado masculino me estava a dominar. Acreditam que me arrepiei ao escrever? O MEU LADO MASCULINO!!!!!! Tentei acalmar-me, usar os meus neurónios todos, os pertencentes ao lado feminino! Sim, porque o equilíbrio entre os lados não implica que os neurónios sejam distribuídos em duas partes iguais, pelo contrário... E depois de encontrar as chaves (resulta sempre ter cérebro), entrei no carro, olhei-me no espelho e pensei: Susana, está na hora de comprar uns sapatos de salto alto e ir ao cabeleireiro, não vá este lado sobressair muito e notar-se aos olhos de todos.
Agora a "neura" já está a abrandar, a minha carteira está organizada (cheia de tudo que não preciso, bem à moda das mulheres) e, estou feliz por estar a exorcizar o homem que dizem haver em mim. A coisa está a correr bem, porque já penso totalmente como uma mulher; eles são tão imperfeitos mas, a verdade é que não vivemos sem eles!
...

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Susana
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